Fabiola Leardini, CEO da Leardini Consulenze, alerta sobre a Lei 74 de 2025 e a cidadania italiana
- há 2 horas
- 4 min de leitura

Fabiola Leardini, CEO da Leardini Consulenze, empresa especializada em processos de cidadania italiana, faz um alerta direto e contundente à população italiana sobre os impactos da Lei nº 74 de 2025. Segundo ela, antes de compreender a gravidade dessa legislação, é essencial reconhecer o papel fundamental dos descendentes na construção e continuidade da Itália como a conhecemos hoje.
Para Fabiola, a Itália moderna é fruto do esforço, do trabalho e do legado deixado pelos “noni” e “bisnoni”, que ajudaram a erguer o país dentro e fora de suas fronteiras. Sem a força dessa descendência, afirma, a identidade italiana corre o risco de se diluir ao longo do tempo. Ela destaca que, após décadas de luta pela democracia, há agora um movimento silencioso que pode comprometer justamente aquilo que foi conquistado.
A crítica também se estende à atuação política. De acordo com ela, embora haja discursos bem elaborados, faltam ações concretas para proteger os interesses da população italiana e de seus descendentes. Enquanto isso, o debate público, influenciado por narrativas dominantes, frequentemente desloca a responsabilidade para os próprios cidadãos, criando uma inversão de papéis em que vítimas passam a ser tratadas como culpadas.
Fabiola utiliza uma metáfora forte para ilustrar o momento atual: a política como um palco teatral, onde os cidadãos assistem passivamente enquanto mudanças profundas acontecem nos bastidores. Nesse cenário, segundo ela, a supressão não ocorre de forma explícita, mas por meio de discursos que enfraquecem a identidade cultural e transferem recursos e prioridades.
É nesse contexto que ela chama atenção para a Lei nº 74 de 2025. Até março daquele ano, as legislações anteriores, como as Leis nº 91 e 92, funcionavam como mecanismos de proteção, permitindo que a Itália contasse com sua vasta diáspora ao redor do mundo, uma das maiores do planeta. No entanto, com a nova lei, Fabiola afirma que houve uma mudança de postura: descendentes de italianos, que historicamente contribuíram para a expansão e fortalecimento da cultura italiana, passam a ser vistos como um problema, e não como parte da solução.
Diante disso, ela faz um convite claro à mobilização. É preciso que a população italiana se una para exigir políticas que garantam a proteção dos descendentes e a preservação da italianidade. Para ela, ainda há tempo de mudar o rumo, como desviar um iceberg antes da colisão, mas isso exige ação imediata.
Por fim, Fabiola reforça que a luta não é apenas pelo presente, mas pelo futuro. Mesmo que a Itália enfrente desafios, ainda é possível deixá-la para as próximas gerações como uma nação capaz de se recuperar, manter sua identidade e honrar sua história.
Fabiola Leardini, CEO da Leardini Consulenze, empresa especializada em processos de cidadania italiana, faz um alerta direto e contundente à população italiana sobre os impactos da Lei nº 74 de 2025. Segundo ela, antes de compreender a gravidade dessa legislação, é essencial reconhecer o papel fundamental dos descendentes na construção e continuidade da Itália como a conhecemos hoje.
Para Fabiola, a Itália moderna é fruto do esforço, do trabalho e do legado deixado pelos “noni” e “bisnoni”, que ajudaram a erguer o país dentro e fora de suas fronteiras. Sem a força dessa descendência, afirma, a identidade italiana corre o risco de se diluir ao longo do tempo. Ela destaca que, após décadas de luta pela democracia, há agora um movimento silencioso que pode comprometer justamente aquilo que foi conquistado.
A crítica também se estende à atuação política. De acordo com ela, embora haja discursos bem elaborados, faltam ações concretas para proteger os interesses da população italiana e de seus descendentes. Enquanto isso, o debate público, influenciado por narrativas dominantes, frequentemente desloca a responsabilidade para os próprios cidadãos, criando uma inversão de papéis em que vítimas passam a ser tratadas como culpadas.
Fabiola utiliza uma metáfora forte para ilustrar o momento atual: a política como um palco teatral, onde os cidadãos assistem passivamente enquanto mudanças profundas acontecem nos bastidores. Nesse cenário, segundo ela, a supressão não ocorre de forma explícita, mas por meio de discursos que enfraquecem a identidade cultural e transferem recursos e prioridades.
É nesse contexto que ela chama atenção para a Lei nº 74 de 2025. Até março daquele ano, as legislações anteriores, como as Leis nº 91 e 92, funcionavam como mecanismos de proteção, permitindo que a Itália contasse com sua vasta diáspora ao redor do mundo, uma das maiores do planeta. No entanto, com a nova lei, Fabiola afirma que houve uma mudança de postura: descendentes de italianos, que historicamente contribuíram para a expansão e fortalecimento da cultura italiana, passam a ser vistos como um problema, e não como parte da solução.
Diante disso, ela faz um convite claro à mobilização. É preciso que a população italiana se una para exigir políticas que garantam a proteção dos descendentes e a preservação da italianidade. Para ela, ainda há tempo de mudar o rumo, como desviar um iceberg antes da colisão, mas isso exige ação imediata.
Por fim, Fabiola reforça que a luta não é apenas pelo presente, mas pelo futuro. Mesmo que a Itália enfrente desafios, ainda é possível deixá-la para as próximas gerações como uma nação capaz de se recuperar, manter sua identidade e honrar sua história.
O apelo final é direto: é hora de refletir e agir.
Autoria de Leardini por WMB Marketing Digital
Continue acompanhando as nossas redes sociais



